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- Michaël Segall partiu para Oriente Eterno.In HISTÓRIA·28 de fevereiro de 2017ORIENTE ETERNO: - Partiu para o Oriente Eterno o nosso Estimado e Muito Respeitável Irmão Michaël Segall. O Michaël Segall era um maçon muito considerado e membro da Grande Loja de França e do Supremo Conselho de França (1804). O funeral terá lugar na quinta-feira, às 14h00. Michaël Segall era um maçon muito amado, Grau 33 do Rito Escocês Antigo e Aceite. O Michaël Segall dedicou a sua vida à Ordem e ao Rito Escocês Antigo e Aceite. Ele estava muito orgulhoso e entusiasmado com vários projetos e que seguirão em frente em memória do seu entusiasmo. Michaël Segall era o Presidente da Academia Maçónica fundada em 2008, bem como co-fundador e antigo Presidente da Loja de Pesquisa da Grande Loja de França "Jean Scot Érigène".5341
- Já estás mais perto do voluntariado. Queres ser voluntária (o), ou delegada(o) local do MyFraternity.org?In ATUALIDADE·27 de setembro de 2021Bem-vinda (o) ao MYFRATERNITY.ORG Já estás mais perto do voluntariado. Queres ser voluntária (o), ou delegada(o) local? Caríssima Amiga, Caríssimo Amigo, Se tens vontade de ser voluntária (o) e/ou delegada (o) local, este é um espaço que também é teu. Se tens talento e confiança em ti mesmo, este é também um espaço teu. Se conheces as tuas qualidades e sabes o que queres, incluindo ter planos que te permitam divulgar o que sabes fazer…. Ou se ainda não tens nenhum motivo em concreto, mas queres participar… estes espaços estão à tua disposição. O FÓRUM, este Fórum, é uma espaço aberto às tuas divulgações e iniciativas. Agora é o momento de potenciares as tuas virtudes e talentos. MYFRATERNITY pode ajudar-te a divulgares o que julgas ser o melhor para ti. A Equipa Coordenadora do MY FRATERNITY #Voluntariado #Voluntária #Delegada #MyFraternity4432
- A Loja "Filhos da Luz" em Condeúba inicia seis novos profanoIn HISTÓRIA·24 de fevereiro de 2017A Loja maçónica "Filhos da Luz" em Condeúba procedeu à iniciação de seis novos profanos. O trabalho foi presidido pelo Eminente Grão-Mestre Arlindo Alves Pereira Neto. Que se encontrava ladeado pelo Venerável Mestre António Terêncio Filho e, simultaneamente, Delegado do 7º distrito Diacis Mateus dos Santos. O trabalho foi realizado ritualisticamente de forma justa e perfeita. O Eminente Grão-Mestre Arlindo Alves Pereira Neto acedeu que entrassem no Templo o Clube da Fraternidade Filha da Luz e os sobrinhos da Ordem Demolay, ambos convidados.4115
- Relançamento do "Dicionário Maçônico Cristão", por GilbertIn HISTÓRIA·24 de fevereiro de 2017O nosso Irmão Gilberto Lyra Stuckert Filho apresenta o seu "Dicionário Maçônico Cristão". Para quem gosta de aprofundar os estudos maçónicos. Este dicionário é uma referência do Rito Brasileiro.4140
- Cerimónia com um Memorial organizado pela CDHC da GLdFIn HISTÓRIA·27 de fevereiro de 2017Conforme informação aqui publicada, informamos de que ocorreu a cerimónia denominada pelo "Dever da Lembrança" (Dever da Memória), que ocorreu no dia 21 de janeiro de 2017. Onde? Em Paris, France. Esta cerimónia foi organizada pela Comissão dos Direitos do Homem e do Cidadão da Grande Loja de França, com o tema "Construindo o Futuro", na presença de Philippe Charuel, Grão-Mestre da Grande Loja da França. Decorreu com muito entusiasmo e oportunidade. Participaram: Alain Jakubowicz, Presidente da LICRA Samuel Cytermann, evadido do comboio 47 em direção a Auschwitz Jean-Marie Dru, presidente da UNICEF-França, com o seguinte tema: "70 anos da UNICEF".4111
- Parabéns, Grande Loja Nacional Portuguesa | Grande Loja Antigos Livres Aceites Maçons PortugalIn HISTÓRIA·10 de março de 2017Parabéns, Grande Loja Nacional Portuguesa | Grande Loja Antigos Livres Aceites Maçons Portugal A Grande Loja dos Antigos Maçons foi constituída em 1882. É recriada em 1986. Em 9 de março de 2000 é realizada a escritura pública e o Estado português formalizou a referida Associação, com o nome de Grande Loja Nacional Portuguesa. (www.glantigos.org) Parabéns, Irmãos nos vossos Graus e Qualidades. #GLNP #Aniversário4120
- Álvaro Carva, Grão-Mestre da Grande Loja Nacional PortuguesaIn HISTÓRIA·13 de março de 2017Maçonaria - Álvaro Carva, Grão-Mestre da Grande Loja Nacional Portuguesa (2015) O caminho de um homem livre Criada há cinco anos, a GLNP recupera a tradição maçónica para construir uma sociedade mais justa e fraternal. Longe dos dogmas, da política e da religião, aos maçons cabe o aperfeiçoamento na liberdade. Alvo de polémicas e perseguições, a Maçonaria expõe os seus argumentos pela voz do grão-mestre Álvaro Carva. Ana Sofia Rosado/Fotos de Álvaro C. Pereira Por que motivo decidiu dar este passo na divulgação da essência e trabalho da Grande Loja Nacional Portuguesa ( GLNP)? Pareceu-me que abordar este tema ao vosso público seria permitir que se construa uma ideia correcta do que é a Maçonaria. Qual o fim da Maçonaria? Conseguir uma sociedade mais justa e mais fraternal, melhorando os indivíduos que a compõem. Este postulado procura e consegue uma sociedade mais humana e harmoniosa. A Maçonaria é secreta? Essa cultura foi instituída pelos Estados ditatoriais e comunistas. Considera-se a Maçonaria uma instituição que foi hostil às ditaduras em alguns países europeus no século XX, que por sua vez eram hostis ao humanismo e humanitarismo que caracterizam a Maçonaria de tradição regular. O homem livre não é seguidor do fascismo e a espiritualidade constituía uma forte ameaça. Foi uma forma de definição simplista, que cria alguma confusão às pessoas que, por razões diversas, ainda não se debruçaram sobre a mesma. Sendo a Maçonaria uma instituição simbólica, que identificação tem o Grande Arquitecto do Universo? O homem identifica-se com um ser absoluto, que na Maçonaria identificamos com o Grande Arquitecto do Universo. Sendo a GLNP uma maçonaria regular e de tradição, cada maçon é livre de interpretar este conceito. O símbolo representa a Beleza, a Força e a Sabedoria (conceitos universais) – a consciência colectiva da humanidade. Para alguns, é o princípio orientador da evolução do mundo e do homem; para outros, é a representação ateia. Não sendo a Maçonaria uma organização dogmática, não damos um nome ao Grande Arquitecto do Universo. Quando lhe dão o nome de Deus? Quando o maçon entendeu que esse Ser Supremo, para si, tem um nome. O que, claramente, determinamos na Maçonaria de Tradição são metodologias ritualizadas, que permitem que o irmão lhe dê o nome de Deus. O Ser Supremo pode ser o mesmo Deus dos Católicos, dos Judeus ou dos Muçulmanos. Além disso, a Maçonaria de Tradição não é uma religião. E como pensa que vêem as religiões o papel da Maçonaria no mundo? A Maçonaria é admitida e admirada por muitas religiões cristas, ortodoxas, anglicanas ou protestantes. Padres e prelados de todas as religiões, desde o mais ilustre ao mais discreto, são iniciados na Maçonaria. No passado constituíram-se lojas somente por padres católicos. Seria este vasto número de homens maus crentes? Como enquadra o aparecimento das primeiras bulas papais sobre a Maçonaria? A Igreja Católica tinha um grande problema. Enquanto que para a Maçonaria era essencial dar-se uma dimensão ao homem, para a Igreja era mais importante saber-se quem “controlava” o homem. O homem-padre seria controlado pela Igreja, pelo Papa, ou pelos valores universais da tolerância mútua? Roma e a Concordata fizeram em 1801 depender os seus padres do poder do Papa. Ora, um largo número de maçons que eram padres, percebendo que a Igreja queria ter um controlo sobre os homens livres, tomaram consciência e reagiram. Se a Igreja já não aceitava a nossa vivência, reagiu e excomungou os maçons. Nasce aqui o anticlericalismo, que hoje já se dissipou. Contudo, no século XIX ainda tiveram alguns diferendos. Sim. A Maçonaria e a Igreja têm algumas fricções, que não desejamos provocar. A Carta dos Direitos Humanos e os Direitos da Criança são obra maçónica. E muitas outras obras poderiam ser citadas, mas nem todas foram convenientemente aceites pelos prelados. Por exemplo, quando a Maçonaria entendeu criar a escola laica em França, a Igreja posicionou-se contra. O que naquela data foi gerida como uma grande querela, hoje é desejada por qualquer sociedade contemporânea e europeia. Que relação encontra entre a Maçonaria e a Igreja? Não ensinamos cultos, nem temos sacramentos e deixamos à liberdade de cada um a sua relação com a Igreja. Somos, na verdade, uma sociedade iniciática, de base filosófica e de tolerância mútua que permite as mais frutuosas reflexões. Nós defendemos estes valores, inolvidáveis das sociedades modernas e contemporânea, ao longo dos séculos e fomos vítimas desta opção. Como comenta as posições da Igreja Católica sobre o conceito da Maçonaria? A Igreja condenou a Maçonaria e desaconselhava a nela permanecerem os seus fiéis. No entanto, em 25 de Janeiro de 1983, no cânon 1374, o Papa João Paulo II esclareceu que a Igreja Católica apenas condenava, com pena justa, as organizações e os seus fiéis, que maquinassem contra a sua Igreja. Tenho algum receio nestas frases. Normalmente, o perigo está entre nós. Nós temos os nossos problemas internos, mas os grandes problemas da Igreja não lhe parecem estar entre os mesmos? Trata-se de uma redacção diferente das primeiras condenações. A Igreja Católica vai evoluindo e vai-se adaptando ao Mundo. Já em 1917 a Igreja Católica não condenou a Maçonaria, nem a mencionou expressamente. Contudo, apesar da posição oficial, a Igreja Católica tem no seu seio pessoas que sentem legitimidade para fazer as suas leituras pessoais, que são, na minha opinião, incompatíveis com a doutrina oficial da Igreja. Mas esse já não é um problema da Maçonaria. Um católico pode ser um bom maçon? Como um maçon, se for católico, é um bom homem. Dizemos que se encontrar um homem livre e de bons costumes, esse homem é maçon. Mas também serão bons judeus e bons muçulmanos. Os que são iniciados maçons, praticam a arte da construção, conhecem e respeitam as leis que regem o equilíbrio e a harmonia. É assim que edificamos a Ordem e as sociedades onde nos inserimos. Um cristão que adere à Maçonaria, por exemplo, atinge uma compreensão mais subtil, mais essencial, mais viva. Se o objectivo é a evolução espiritual do indivíduo, qual a necessidade de uma estrutura tão complexa, de graus e de rituais? Nós julgamos que homens de diferentes culturas, religiões, raças e conceitos se unem na harmonia do coração, do pensamento e da acção. Para se atingir esta harmonia, temos de falar dos mesmos conceitos, num mesmo nível interior da construção humana. Sendo a nossa estrutura uma escola iniciática, é complexa, com vários patamares de evolução e com vários modos de formação, que cada maçom e Lojas podem escolher e determinar. Qual a função e abrangência do segredo maçónico? A sua pergunta é complexa. Uma das nossas primeiras regras é não revelarmos o nome de qualquer irmão. Consideramos esta a primeira regra. Nela integramos como segredo, o conteúdo administrativo e o conteúdo de cada sessão realizada. Pode comparar este segredo, ao segredo dos médicos, dos sacerdotes, dos advogados. A segunda regra deve-se ao segredo dos ritos e do acesso aos conteúdos dos mesmos por parte de cada maçon. Trata-se do segredo que temos entre os vários graus de evolução espiritual. O terceiro é o segredo de filiação, através do qual procuramos proteger os maçons contra as perseguições político-religiosas, que temos assistido ao longo dos séculos. Não estamos livres de que a política e a religião continuem a cometer erros num futuro próximo. Há mais algum segredo? Temos ainda o segredo subjectivo. Aquele segredo que cada um de nós vive e refina ao longo dos graus. O segredo que nenhum homem profano [todo o homem que não é maçon] conseguirá desvendar. -------------------------------------------- “Além do tempo e das paixões” O que é exactamente o REAA? Trata-se de um rito que foi inicialmente criado pelos irmãos franceses, com os quais nos relacionamos. Mais tarde, foi formalmente criado e acrescentado com novos graus pelos nossos irmãos em Filadélfia. Foi introduzido em Portugal no ano de 1837. Mas, para se praticar o Rito Escocês Antigo e Aceite, com os seus 33 graus, exigem-se duas Organizações. A primeira organização é uma Grande Loja, que tem competência para tratar os três primeiros graus (o grau de Aprendiz, Companheiro e Mestre Maçon). Do 4.º ao 33.º grau, o membro deve fazer o seu trabalho de evolução numa outra Organização, que denominamos de Supremo Conselho. Onde funciona essa Organização? No Palácio Maçónico, tal como funciona a Grande Loja. Para as podermos distinguir, a Grande Loja é denominada de Obediência. E o Supremo Conselho de Potência. Ambas as Organizações têm a sua sede no Palácio dos Condes de Vinhais, em Mirandela. Trata-se de um edifício muito bonito, do século XVIII, que no seu interior contém um museu e uma biblioteca nacional maçónica ao serviço dos maçons e dos profanos. E uma capela com um altar que julgamos ser do princípio do século XIX. Mas ambas as Organizações têm várias Lojas espalhadas pelo território nacional. Porquê tanto segredo, suspeita, desconfiança e polémica à volta da Maçonaria? Não percebo essa suspeita, mas compreendo-a. A nossa forma e postura, envolta em lendas, criou uma componente externa que nos envolve numa organização de mistérios. Mas também consideramos a nossa organização como uma escola dos Mistérios. A palavra Mistérios também está associada ao sagrado, à busca, ao reencontro da tradição, dos lugares mágicos, da herança que cada um de nós representa. Mas têm tido algumas polémicas, desconfianças e suspeitas. Sim. Temos alguns episódios que causaram algum desconforto. Atingem a Maçonaria, mas a sua causa não é maçónica. São maçons que tiveram um comportamento grave e que, por isso, são sujeitos a inquéritos e à sua própria expulsão da Ordem. Como em qualquer organização, por vezes temos um ou outro membro que tem um comportamento muito grave. Mas a Ordem tem mecanismos rigorosos, que de imediato lhes dá solução, quando tem conhecimento dos mesmos. Elucide-me com um exemplo prático do percurso de um trabalho através dos vários órgãos e cargos da GLNP? Após uma aprendizagem profunda, a Ordem escolhe um membro para a dirigir. Normalmente, esse membro faz-se acompanhar de outros irmãos que o vão apoiar na gestão da Obediência. Posteriormente, tal como numa Organização complexa, cada irmão fica afecto a uma função. Um dirige a Ordem e representa-a sobre o ponto de vista espiritual: trata-se do grão-mestre. Outro ocupar-se-á da área administrativa. Trata-se do Grande Secretário Geral que é coadjuvado por Vices-Grandes secretários. Outro irmão está afecto à área financeira. É um irmão eleito, tal como o grão-mestre, que cuidará da Grande Tesouraria. Eleitos para que, claramente, possamos reconhecer uma separação entre a filosofia maçónica e aquilo que denominamos de metais (dinheiro). Outros irmãos estão afectos à área internacional; Outros ao economato, à formação e a muitas mais outras funções. Todas as funções são complexas, exigentes, mas acessíveis pelo estudo, dedicação e empenho. Onde têm expressão os direitos dos membros? Na livre expressão da palavra, nas deliberações e votações. É isso que faz da Maçonaria um conjunto de homens que se entendem, quando aparentemente são tão diferentes? Só assim conseguimos unir os homens com diferentes culturas, posição social, política e religião diversas. Na GLNP, e na própria direcção que denominamos de grão-mestrado, encontrará homens de todos os quadrantes políticos, republicanos e monárquicos, para além de terem diversas religiões e sem que isso interfira com o seu trabalho ao serviço da sociedade. A que aspira a GLNP? A Maçonaria procura ascender a uma fase de guia da civilização. Ascendemos a uma Ordem, quando nos confiavam deuses e o terrível e fecundo caos; ascendemos a uma Ordem universalista, quando nos quiseram confiar a queda do homem e de culturas. Parece que esta Morte e transfiguração é a componente essencial da ascese maçónica, que tende o indivíduo para o aperfeiçoamento moral e espiritual. Todos somos imperfeitos. Mas é essencial que a Maçonaria e a GLNP em particular, transmitam esta ascese e que, cada um de nós, tenha o dever de o conservar e transmitir. A Ordem maçónica está para além do tempo e das paixões. --------------------------------------------- Movimentos maçónicos A associação maçónica mais antiga em Portugal é o Grande Oriente Lusitano Unido, cujo grão-mestre é António Arnaut. Em finais do século XX, nasce em 1986 a Grande Loja de Portugal e cinco anos depois surge a Grande Loja Regular de Portugal (GLRP), sob a orientação da Grande Loja Nacional Francesa. Referira-se que Álvaro Carva segue a filosofia anglo-saxónica. Em Dezembro de 1996, num processo atribulado que ficou conhecido como «assalto à Casa do Sino», sede da GLRP, verificou-se uma outra cisão, que dividiu a maçonaria regular portuguesa em Grande Loja Legal de Portugal/GLRP (GLLP-GLRP) e a GLRP. Da GLRP saíram ainda um conjunto de Lojas e de membros que, em 2000, fundaram a Grande Loja Nacional Portuguesa, que é uma obediência regular e que também foi beber as suas fontes à Grande Loja de York (1705) – considerada a Grande Loja Mãe da Maçonaria no mundo – bem como à regularidade continental. A Grande Loja Feminina de França criou a Grande Loja Feminina de Portugal em 1997. Já em 2004, a Grande Loja Legal de Portugal/GLRP sofreu uma cisão que constituiu a Grande Loja Tradicional Portugal, que é mista. O surgimento de novas obediências não é exclusivo do nosso país, mas regra geral as que não vingam no espaço europeu duram apenas dois ou três anos.Uma Grande Loja não é reconhecida internacionalmente quando apresenta contradições com os princípios maçónicos e por não ser justificável enquanto criação de uma nova estrutura. Ao nível europeu, existe a Confederação das Grandes Lojas Unidas da Europa, cujo o espírito promove uma unidade maçónica à semelhança da ‘união política’ postulada pela ‘União Europeia’. Trata-se de um corporativismo continental no qual a GLNP participa activamente. ------------------------------------------ Quem é… Álvaro Carva é grão-mestre da GLNP. Ele é o seu responsável espiritual. Não se ocupa das funções administrativas, nem financeiras. Enquanto ser humano, o grão-mestre, que representa Salomão, está sujeito à evolução, mas tudo faz para cumprir com a satisfação espiritual dos maçons da sua obediência. Foi um dos impulsionadores da maçonaria regular em Portugal, tendo contribuído para a formação da loja nº 2 da GLRP. Promoveu e constitui várias lojas maçónicas, nomeadamente da Loja nº 21, da qual foi Venerável Mestre. Foi membro e fundador do Arco Real de Portugal e um dos impulsionadores do Supremo Conselho de Portugal do REAA. É membro do Supremo Conselho de França com o grau 33.º, último grau da maçonaria escocesa. Participou nas comemorações do XXV aniversário da democracia espanhola, com um trabalho intitulado «Outras Maneiras de Ver», reconhecido pelo Parlamento Espanhol pelo seu papel de reflexão.O grão-mestre tomou posse em Maio deste ano, em Lisboa, na presença de 180 irmãos e 21 delegações internacionais, para o seu mandato de 2005 a 2007. Álvaro Carva é quadro bancário e tem três filhos. Reconhecimento entre pares rege relações institucionais Princípios forjam confiança Da confiança entre maçons no mundo profano ao reconhecimento de diferentes Lojas, o grão-mestre da GLNP apresenta alguns argumentos e esclarece o relacionamento entre obediências. Uma questão de princípios que também se reflecte na projecção internacional. Ana Sofia Rosado A GLNP conta actualmente com 417 irmãos. Compete a cada maçom traduzir para a sociedade, nomeadamente no local onde trabalha, os valores universais do século XVIII. A Maçonaria tem sido muitas vezes criticada pelas relações de influência que fomenta entre maçons, em detrimento dos profanos. Álvaro Carva argumenta que se trata “de uma questão de confiança”. Em igualdade de circunstâncias, “o maçom prefere outro maçom por já conhecer os seus princípios e posições acerca da vida e da sociedade”. Quem não é maçom denomina-se profano, “porque ainda não viu a luz”. Não se forma uma organização, quer seja uma Grande Loja ou um Supremo Conselho, só pelo facto de serem constituídos por maçons. As regras para o seu reconhecimento são muito apertadas. É necessário que Obediências ou Potências mais antigas reconheçam ou apoiem o desenvolvimento das novas estruturas. Foi o caso na criação do Supremo Conselho de Portugal pelo Supremo Conselho de França – o primeiro Supremo Conselho na Europa e o segundo no mundo. Concluído o processo, os maçons do Supremo Conselho de Portugal são reconhecidos por todos os Supremos Conselhos mundiais. O Supremo Conselho de Portugal somente reconhece a regularidade nos membros da GLNP. Quando não se reconhecem, as instituições maçónicas proíbem a frequência dos irmãos nessas Lojas e em caso de suspeita é investigada a presença de obediências diferentes. Tratados Em Portugal, só a GLNP é reconhecida pelos seus pares no mundo. A sua filosofia fundadora de recuperar as tradições justificou a criação de uma nova estrutura e as outras maçonarias revêem-se nela. Em França, por exemplo, ‘existem’ 9 obediências, porque a décima, anglo-saxónica, não é reconhecida. Quando se reconhecem, as obediências relacionam-se através de tratados (de amizade, de reconhecimento, de paz e solidariedade, ou um tratado conjunto) e recebem os irmãos em templo maçónico. No caso de não se reconhecerem, conhecem-se, mas não têm relações institucionais. Em termos estratégicos, acompanham-se uns aos outros, mas, na opinião de Álvaro Carva, “a filosofia e pensamento portugueses implicam que a projecção de uma obediência se faça a nível internacional”. A discrição da Ordem maçónica permite que a ideia base dos princípios e propósitos circule, mas deixa aberta a possibilidade de corrigir a mão, ajustando-se às situações do dia-a-dia. A GLNP aprova anualmente um relatório de contas e financia-se pela capitação (quotas dos irmãos). ---------------------------------------------- Universalidade Das 21 Lojas constituídas pela Grande Loja Nacional Portuguesa, duas encontram-se fora do território nacional. A Iberia Fraternitas localiza-se na Ibéria e é constituída por maçons portugueses, espanhóis e franceses, do Sul da França. Este ano recebeu irmãos de Marrocos. Trabalhando no REAA, esta Loja, de fraternidade internacional, discute temas considerados essenciais para o aprofundamento da Maçonaria. A sua última reunião ocorreu em Lisboa. A outra Loja, que, segundo Álvaro Carva, “respira o Rito de York”, denomina-se Casa Real dos Pedreiros Livres da Lusitânia, em memória da primeira Loja maçónica criada em Portugal, e está sedeada em Campo Alegre, no Brasil. Os maçons da Grande Loja Nacional Portuguesa fazem centenas de saídas internacionais ao longo de todo o ano. As suas actividades regem-se pelo ano maçónico, encerrando durante Agosto para serem retomadas em Setembro. Para o próximo mês a Grande Loja Nacional Portuguesa já tem agendadas três saídas: a Marrocos, França e Bélgica. ------------------------------------------------ O Grande Priorado de Portugal No interior do Palácio Maçónico existe uma capela preservada tal como se apresentava no início do século XIX. De livre acesso ao público que a visita, a capela servirá de sede ao Grande Priorado de Portugal, que em breve vai nascer. O Rito Escocês Rectificado só aceita cristãos na Maçonaria e as Lojas da GLNP que trabalham nesse rito irão constituir o Grande Priorado de Portugal, que será reconhecido e consagrado pelo Grande Priorado das Gálias e pelo Grande Priorado da Espanha. “Trata-se de duas organizações credíveis e que têm legitimidade para consagrarem o nosso Grande Priorado”, explica Álvaro Carva. Por uma sociedade meritória Maçonaria, a mãe de todas as artes Inspirados nos ofícios da construção material, os maçons edificaram o seu espírito nos valores universais iluministas, a fim de participarem numa sociedade mais harmoniosa. Esta ‘arte’ é considerada por Álvaro Carva um serviço ao País. Ana Sofia Rosado A origem mais provável da Maçonaria são as corporações de canteiros da Idade Média (476-1453), que detinham certos segredos de construção que não pretendiam ver divulgados, mas sim transmitidos de geração em geração. Esta hipótese parece confirmar o nome atribuído aos três primeiros graus (aprendiz, companheiro e mestre), assim como à maioria dos seus símbolos relacionados com a arte de construir. É em Inglaterra, país onde as corporações ganharam elevada importância, que surgem os primeiros maçons não profissionais e onde as Lojas se transformam em sociedades de pensamento. A Grande Loja de Londres, fundada em 1717, é considerada o primeiro marco maçónico. As primeiras Lojas em França aparecem à volta de 1725; três anos mais tarde em Espanha; no ano de 1733 em Portugal e nos anos seguintes na Alemanha e Países Baixos; mais tarde na Suíça e Russia. O ano de 1744 regista a condenação em auto-de-fé, em Lisboa, de três pedreiros-livres, muito provavelmente franceses. Trata-se da notícia mais antiga da actividade franco-maçónica em Portugal. A Grande Loja de França, plenamente organizada em 1732, é imbuída da doutrina Iluminista. Para Álvaro Carva, é no século das Luzes que a Maçonaria desempenha um papel “fantástico, construindo uma sociedade meritória, que transferiu o entusiasmo dos valores universais a sectores da sociedade que emergiam e transferiram-se valores às próprias organizações”. O termo Arte Real significa Maçonaria e foi muito usado no século XVIII. Ainda hoje é relembrado com frequência, refere o grão-mestre, para quem a Maçonaria é “de todas as artes a Arte Real”. Mais tarde, no século XIX, o Positivismo Científico “foi contagiante para se divulgar a Ordem e proteger quem nela entrava”, sustenta. As sociedades da altura ainda não consentiam o conceito de liberdade que é hoje vivido pela sociedade contemporânea europeia. Fonte de regeneração Para Álvaro Carva, o simbolismo praticado na Ordem Maçónica, fora de qualquer dogma, refere-se ao pensamento tradicional, sempre presente e atento a todos os acontecimentos do mundo exterior. “Fazemos tudo por amor ao próximo e conscientes de que os nossos valores servem Portugal”, assegura. Apesar da ciência pretender melhorar a condição humana, para o grão-mestre da GLNP, ela não consegue ajudar o Homem na sua busca Universal, nem agir sobre o interior de cada um, nem retirar-lhe as tensões, as angústias, as guerras ou os crimes. “Esta Ordem tradicional é de facto uma corrente irreversível e necessária a Portugal”, conclui. --------------------------------------------- Admissão de um irmão A recepção de um novo membro foi sempre associada ao conceito dos construtores medievais. Introduziu-se um ritual de ingresso e provas pessoais que permitiam julgar as capacidades pessoais do candidato. Comunicavam-se palavras, gestos e toques de reconhecimento profissional e jurava-se o silêncio absoluto para os segredos laborais, de lealdade e fidelidade aos demais membros da Loja que ingressavam. Os antigos deveres (old charges), que são ensinados aos aprendizes, visam prosseguir as características da construção, das qualidades éticas e profissionais. Eles são compostos por uma invocação, uma oração, uma narração legendária e uns regulamentos que a concluem. Um membro novo é admitido por votação após três inquéritos ou sindicâncias. --------------------------------------------- Os três pilares Beleza, força e sabedoria são os três pilares simbólicos que sustentam cada templo maçónico. “Apesar de frequentemente esquecidos, constituem conceitos universais essenciais ao desenvolvimento e construção da humanidade”, lembra Álvaro Carva. Introduzidos e explicados aos novos membros, “sem eles não existe metodologia para a construção”. Todas as reuniões têm por base estes três pilares “de sustentação da harmonia humana”. Ao venerável mestre cabe a sabedoria, o conhecimento total, a gnose, a liberdade, a fé, o princípio activo. Identificada com o espírito, a harmonia, a caridade, a fraternidade e a síntese dos contrários, a beleza é representada pelo irmão 2º vigilante. A força, que é o sentido da palavra, o pilar e a coluna, é representada pelo irmão 1º vigilante.O aprendiz (1.º grau) é o estagiário, representa a fragilidade e carece de protecção, ensino e apoio constantes. Ele trabalha a pedra bruta, que simboliza as imperfeições do espírito que o maçom vai fazer por corrigir. O esquadro representa a harmonia indispensável ao obreiro (maçom), significa a disciplina sobre as vontades humanas. O compasso é o símbolo que mede o espírito: quanto mais se abrirem os seus braços, maior será a acção do espírito sobre a matéria. A acácia simboliza o grau do mestre maçom e representa a pureza. O GADU (Grande Arquitecto do Universo) é o princípio criador. O rito é um sistema de cerimónias prescritas para cada grau. Representa uma ideia-força, acção utilizada nas reuniões maçónicas. Em Portugal encontram-se quatro ritos funcionais: o Rito Escocês Antigo e Aceite (REAA), o Rito de York, o Rito Francês e o Rito Escocês Rectificado. ------------------------------------------------ Significado da Bíblia nos rituais A Bíblia foi um dos livros introduzidos nas primeiras Lojas maçónicas, constituindo uma componente essencial para os representantes desta tradição. Certos rituais maçónicos incluem alusões a factos, palavras e nomes extraídos da Bíblia. Pode ser assim considerada como um livro fonte de alguns rituais maçónicos, essencialmente no Rito Escocês Antigo e Aceite (REAA). Todos os livros sagrados – Bíblia, Corão e Tora são exemplos – são usados na Maçonaria de Tradição. “Respeitamos a crença de cada um dos nossos membros e respeitamos todas as religiões”, justifica Álvaro Carva. Colocados no altar dos juramentos, o livro sagrado, o esquadro e o compasso são as Três Grandes Luzes da Maçonaria. Elas são o garante da solenidade do juramento. ------------------------------------------------- Democracia e verdade A democracia promove a participação de todos os maçons nos seus percursos profanos e internos. Ela faz parte integrante da vida maçónica, embora não a preencha, nem a esgote. Na Maçonaria são mais importantes os deveres do que os direitos, sem exclusão destes. Todos os irmãos mestres têm idênticos deveres. A maçonaria de tradição não tem qualquer dogma. Nem o próprio Grande Arquitecto do Universo é entendido como se fosse exclusivo da Verdade. É considerado como um Ser Supremo e Superior. Os maçons procuram a verdade aproximando os seus actos dos valores Supremos e Superiores. Para os maçons, a Verdade nunca é conhecida: muitas das verdades passadas são hoje perfeitas alegorias. Contudo, a Maçonaria não se pronuncia sobre a aceitação dos dogmas da religião de qualquer irmão. Na Maçonaria não se fala de política, nem de religião. “Uma e outra tratam-se nos locais próprios”, sustenta o grão-mestre da GLNP. #Álvaro #Carva #REAA #SCdP3188
- Casa cheia no lançamento do livro "Chefes de Governo MaçonIn HISTÓRIA·23 de fevereiro de 2017Ocorreu a apresentação ao público do livro "Chefes de Governo Maçons. Portugal (1835-2016)", do Professor doutor António Ventura. Uma edição da Nova Vega, 2017. SINOPSE: “A Maçonaria exerceu uma influência marcante na vida do nosso país, desde a sua implantação, no século XVIII. A ela pertenceram militares e professores, comerciantes e funcionários públicos, clérigos e artistas, proprietários e trabalhadores. E também políticos de diversas orientações, fazendo jus ao pluralismo de opiniões que sempre caracterizou a Maçonaria. É assim natural que nos últimos trezentos anos muitos governantes tivessem ligações à Maçonaria. O presente álbum incide sobre os chefes de governo que pertenceram à Maçonaria, desde a implantação definitiva do Liberalismo em 1834. Englobando, em número de 34, os que foram comprovadamente Maçons, e não os que a tradição considerava como tal, a obra contém as biografias genéricas de cada um, dando um especial enfoque à vertente maçónica com o maior pormenor possível, as quais são acompanhadas de documentos, na maior parte inéditos, comprovativos dessa filiação. Por outro lado, é profusamente ilustrada com retratos, obras de arte diversas – esculturas, pinturas, monumentos – e reprodução fac-similada de documentos originais. No conjunto, uma obra pois reveladora de aspectos desconhecidos da vida de algumas figuras que marcaram profundamente a nossa vida política nos últimos dois séculos, que, pela sua qualidade, carácter inédito e não especulativo, irá constituir uma referência incontornável para quem queira conhecer melhor a nossa História Contemporânea”3180
- O Prof. Doutor José Adelino Maltez vai estar em Leiria para apresentar um livroIn HISTÓRIA·1 de março de 2017O Prof. Doutor José Adelino Maltez vai estar em Leiria e no dia 24 de março de 2017. February 17, 2017 | News Fraternity O Prof. Doutor JOSÉ ADELINO MALTEZ vai estar em Leiria e no dia 24 de março de 2017, apresentando o seu livro "Liberdade, Pátria e Honra". A apresentação em Leiria será realizada pelo José Palma Ramos, Professor Coordenador do Instituto Politécnico de Tomar. #Maltez #José #Adelino3125
- Assembleia Geral do Povo Maçônico e Jantar Comemorativo ao 63º Aniversário da Grande Loja de Santa CatarinaIn HISTÓRIA·5 de maio de 2019No dia 27 de abril, na sede da Grande Loja de Santa Catarina, em Florianópolis, foi comemorado o 63º Aniversário de Fundação da Grande Loja de Santa Catarina, com a realização da Assembleia Geral do Povo Maçônico. Veja aqui o evento: https://mrglsc.org.br/assembleia-geral-do-povo-maconico-e-jantar-comemorativo-ao-63o-aniversario-da-grande-loja-de-santa-catarina/2322
- “LAS PUERTAS DEL TEMPLO” | ArtículoIn HISTÓRIA·22 de maio de 2020“LAS PUERTAS DEL TEMPLO” - Artículo Previo al comienzo de cada tenida el V:. M:. nos invita a reunirnos frente a las puertas del templo y efectuar un tiempo de reflexión sobre las palabras buriladas por un H:. Palabras cortas sencillas pero de profundo significado y que nos prepara para luego atravesar esas puertas y comenzar los trabajos. Es sobre el significado que para mí tienen esas puertas que burilé este trabajo que hoy quiero compartir con ustedes mis. Luego de este acto, sencillo pero emotivo, las puertas se abren y nos permiten el paso, volviéndose a cerrar tras la entrada del Ven:. No solo se cierran sino que además quedan custodiadas por el GTE y selladas por el SD, impidiendo que alguien pueda turbar la paz de los trabajos. Esas puertas de sencilla construcción y de escasa resistencia material se transforman en murallas prácticamente herméticas para quien no ha sido invitado a pasar. Es que detrás de ellas se encuentran los H:. reunidos en Logia. Las puertas se transforman en una valla entre el mundo exterior y el mundo interior, entre un mundo en el que reina el egoísmo, la competencia, la falta de solidaridad, el individualismo y un mundo en el que un grupo de hombres libres y de buenas costumbres se reúnen en pos de su mejoramiento, de su elevación espiritual y de su superación mental. Pero esta reunión no busca solo la superación de los H:.reunidos sino que su fin es que ellos, vueltos al mundo exterior, intenten el mejoramiento de todas aquellas cosas que impiden el crecimiento del ser humano. Si solo nos reuniéramos para lograr la superación, pero esa superación no nos permitiera actuar luego en el mundo exterior, de otra forma, no tendría sentido la propia reunión. Simplemente sería un acto de ejercicio intelectual sin ningún fin. Venimos del mundo exterior, muchas veces agobiados por los problemas que él nos plantea, llegamos a la puerta del templo y esa reflexión inicial nos pone en estado de ánimo para luego atravesarlas y comenzar nuestros trabajos, trabajos en pos de la superación de cada uno y en pos de la superación de nuestros semejantes. Esos trabajos que cada uno los burila A.L.G.D.G.A.D.U. que en definitiva son a la gloria de cada hombre, porque el G.A.D.U. podrá tener para cada uno un nombre, una representación o tal vez un rostro, pero para todos tendrá la representación de nuestros semejantes, la representación de la humanidad y en esto no hay discusión puesto que a nuestro entender la fórmula del G.A.D.U. es un principio regulador mínimo. Podríamos decir que la reflexión inicial que nos pone en estado de ánimo, para cuando se abran las puertas y poder atravesarlas, es una reflexión que nos permite abrir las puertas no solo del templo material sino las puertas de nuestro espíritu. Y de esta forma es que debemos entrar con las puertas de nuestro espíritu abiertas. Abiertas porque todos los que la atraviesan son hermanos que buscan su superación pero también buscan nuestra superación. Una vez cerradas esas puertas solo podrán ser abiertas si quien llama es reconocido como H:. o quien es llamado desde el interior a traspasarlas para constituir un nuevo eslabón. Esas puertas cerradas nos dan la enseñanza de cómo ha de ser nuestro espíritu, cerrado, cada día más cerrado a todo aquello que impide la superación del hombre. Abierto cada vez que sintamos golpes que nos estén indicando que lo que han de entrar son palabras, acciones o pensamientos que construyan y no destruyan. Entendidas de esta forma las puertas del templo podrán tener la mínima resistencia, podrán ser de frágil cristal y a pesar de ello nadie podrá atravesarlas pues tendrán la resistencia de todos los Hermanos reunidos y prestos a luchar para que nadie pueda turbar la paz de nuestros trabajos. Nuestro espíritu ha de ser como las puertas del templo porque él también tiene detrás a todos los Hermanos reunidos, reunidos a través de las enseñanzas que en cada tenida ellos nos transmiten. Debemos entender que lo que estamos construyendo dentro del templo es nuestro templo interior. El pasar las puertas no nos transforma en mejores hombres, sino que las atravesamos con nuestro espíritu abierto, abierto a los cambios, abierto a las enseñanzas que cada hermano nos transmite. Con un espíritu tolerante, tolerante ampliamente, tolerante a las recreaciones que cada H:. pueda hacer sobre nuestros trabajos, intentando buscar en cada una de esas recreaciones enseñanzas. De lo contrario a pesar de atravesar las puertas continuaremos en el mundo exterior, continuaremos en el mundo en el cual una crítica a nuestras acciones o un pensamiento discordante con el nuestro es un ataque. Debemos entender que las puertas nos dan paso al templo, al templo como lugar de creación, donde el Mas:. trabaja la piedra bruta, pero eso no es más que el paso al otro templo, al templo interior que debemos construir. Y para la construcción de ese templo interior no estamos solos, tenemos el apoyo de todos los HH:. Como dice: "ESAS ESPADAS QUE VEÌS Y MUCHÍSIMAS OTRAS QUE NO VEÌS, NO OS AMENAZAN MATERIALMENTE CON SUS PUNTAS. ELLAS ESTÀN PRONTAS A DEFENDEROS SI SOIS FIEL" Si bien nuestro templo interior es una obra nuestra y solo nuestra, es una obra que refleja la colaboración del otro. Mal podríamos construir un templo sólido como la roca en un ambiente de intolerancia, en un ambiente de discordia. Por eso cada vez que nos transformamos en intolerantes no solo no estamos construyendo sólidamente nuestro templo sino que estamos impidiendo que el otro construya sólidamente su templo. Lo que da solidez a la puerta del templo transformándola en muralla, en murallas infranqueables para quien quiera hacerlo por interés o por la fuerza, es la coherencia de los HH:. reunidos. La coherencia en el esfuerzo del cumplimiento de los principios básicos de la M:. , de los principios de tolerancia, fraternidad y libertad. No podrá ser fraterno quien no es tolerante y para ser tolerante se debe ser libre. Debemos aprender que en el momento que las puertas se abren para permitirnos la entrada también se deben abrir las puertas de nuestro espíritu para que cada día la masonería penetre más y más en nosotros y de esa forma se pueda producir nuestra transformación. No debemos olvidar que un día morimos a la vida exterior y nacimos a la vida interior. Y nacimos a la vida interior en búsqueda de la luz, de la luz de la perfección. Esa luz nos fue dada y es más, debemos mantenerla y aumentarla para que brille con mayor intensidad. El trabajo dignifica al hombre y lo dignifica más si ese trabajo busca su superación y en su superación está la búsqueda de la superación de sus semejantes. Como vemos un acto simple y que repetimos a diario, como es el atravesar una puerta tiene toda su significación. El tener presente estos actos y su significado es la que nos va elevando, es lo que permite ir trabajando la piedra bruta de la que partimos y en última instancia lo que nos ha de transformar. El atravesar las puertas en forma pensante y espíritu abierto es lo que va a permitir que la masonería penetre en nosotros cada día más. Quienes hoy están en la época del silencio, están aprendiendo las palabras que les permitirán hablar, al igual que el niño que comienza por balbucear para terminar hablando. Silencio que solo se rompe cuando burilamos un trabajo, al igual que el silencio del niño que es interrumpido por el balbuceo de sus primeras palabras y esas primeras palabras pueden tener errores. Pero a diferencia del niño nuestro silencio puede y debe ser pensante y por lo tanto puede y debe de ser un silencio activo, es más, debe ser un silencio activo. Terminada la tenida las puertas se abren para permitirnos el paso nuevamente hacia el mundo exterior, mundo del cual venimos y al cual debemos retornar pero previamente a ellos todos nos decimos silencio, silencio, silencio y de esa forma salimos. Salimos en silencio, pero en un silencio activo, en un silencio que busca ser transformador. Pero nuestro espíritu que a la entrada se abrió debe cerrarse, cerrarse y quedar custodiado por la razón que es nuestro cubridor interno. Debe quedar cerrado a los influjos negativos que el mundo exterior nos ofrece a diario. De esta forma el paso por la puerta nos habrá transformado y el trabajo dentro del templo nos abra elevado algo. De esta forma podremos volver al mundo exterior y actuar en él y sobre él intentando transformarlo en un mundo más justo, en un mundo más tolerante y más solidario. Lograr esa transformación es en última instancia una lucha por la libertad. Si cada vez que las puertas del templo se cierran, al comienzo de una tenida, nosotros abrimos nuestro espíritu y cada vez que ellas se abren al final de la misma nosotros cerramos nuestro espíritu a las influencias nocivas que el mundo exterior nos trasmite, iremos logrando el cambio por el que luchamos, iremos puliendo la piedra tosca que somos cuando nacemos a la vida interna y el paso por esa puerta será transformador. Transformador de nosotros y nosotros transformadores del mundo en el cual vivimos y al cual nos debemos. Trabajaremos con un espíritu cerrado como una muralla infranqueable a las tendencias negativas, en silencio y con una mente atenta a reconocer los golpes positivos. Caminaremos por el mundo exterior sabiendo ahora que no estamos solos sino que juntos están nuestros HH:., igual que en la logia prontos a socorrernos. Caminaremos por el mundo con el espíritu custodiado por una atenta razón tan atenta como el cubridor interno a los golpes sobre la puerta del templo y reconociendo en ellos a los que se le permitirá la entrada y a los que no. De esta forma lograremos que nuestro paso por el mudo de los mortales sea transformador y será transformador si es liberador, si es creador de hombres libres y de buenas costumbres. #Puertas #Templo22201
- Os Maçons em tempos de PandemiaIn ATUALIDADE·15 de outubro de 2020O Sereníssimo Irmão Flávio Graff, Grão Mestre da Grande Loja de Santa Cataria, apresenta uma interessante e profunda reflexão sobre o papel de nós, maçons, nessa pandemia, convidando a todos os amigos e familiares a refletirem conosco sobre tão relevante questão. acesse aqui: https://www.facebook.com/160723474579075/posts/664961110821973/?vh=e&extid=0&d=n2127
- Já estás mais perto do voluntariado. Queres ser voluntária (o), ou delegada(o) local do MyFraternity.org?In ATUALIDADE28 de setembro de 2021Podem entrar em contacto por este meio: LINK: - https://www.myfraternity.org/maconaria-contacto-myfraternity21
- Grand Master and Grand Lodge officersIn HISTÓRIA·7 de dezembro de 2018The istallation of my Wife with the Grand Master and Grand Lodge officers.2122
- COMO RECONOCER A UN INICIADO .·.In HISTÓRIA·23 de maio de 2020COMO RECONOCER A UN INICIADO .·. Un iniciado, no te lleva la contra, simplemente te hace entrar en razón a partir de preguntas sutiles que te hagan pensar en los aspectos que no conoces sobre el tema. 🌎 Un iniciado habla poco, no pide nada y da mucho. 🌿 Un iniciado no piensa en sí mismo, sino en otros, siendo libre y de buenas costumbres. ⚜️ Un iniciado pelea con mansedumbre y defiende con ferocidad a los débiles. 🗡️ Un iniciado no hace mención de los misterios sagrados, los practica en su andar. 👁️ Un iniciado no juzga el comportamiento de nadie, mira con compasión a los demás. 🕊️ Un iniciado convierte su vida en un sacrificio de amor voluntario. 🎩 Un iniciado no pregunta, ¿por qué a mí?, sino guarda silencio, asimila la situación, identifica el karma y así lo paga con servicio y lo transforma en bendición. 🗝️ Un iniciado sirve a otros, sin esperar que ser servido. 🌙 Un iniciado saluda con alegría y una sonrisa producto de su eterno gozo interno, y da la mano apretándola con afecto. 🤵 Un iniciado se olvida de sus necesidades y piensa en dejar a otros bien atendidos. ⛓️ Un iniciado no siente asco de servir a los enfermos, porque sabe que todos los seres humanos son iguales al momento de necesitar ayuda, cuando está enfermo o herido. 🏛️ Un iniciado no ve la vejez como una molestia sino como la antesala a la graduación de la vida. ☠️ Un iniciado es un ser que busca la luz dentro de sí mismo y la encuentra también en otros.🕯️ Espero puedas reconocer al iniciado que traes en ti, para poder despertar la luz de otros, siendo así poder aumentar un eslabón mas a nuestra gran cadena de unión ..., in, MMN. #RECONOCER #INICIADO21130
- Yo prefiero la masoneria mixta porque ...In ATUALIDADE·22 de novembro de 2019Yo prefiero la masoneria mixta porque me parece mas completa, igualitaria y coherente. Pero también me parece perfecto que hayan obediencias masonicas solo de hombres o solo de mujeres. Que cada cual encuentre una masoneria en la que se sienta cómodo o cómoda. Esto es lo que Javier Otaola llamaba 'la triple opción' en uno de sus artículos para la revista Cultura Masonica., in, Darren Ashlar. #Masonería #Mixta2135
- RevistaIn ATUALIDADE·8 de fevereiro de 2022Saudações, Ir:. gostaria de saber se alguém conhece a revista grêmio lusitana de nº15 (a que fala sobre as velas). Cheguei a esse grupo na busca desse assunto. TFA:.129
- Ma Chérie - Um dos MAIORES SUCESSOS DE ÁFRICAIn ATUALIDADE·20 de maio de 2021Official Fashion Channel - Um dos MAIORES SUCESSOS DE ÁFRICA #model #models #Moda #FashionWeek #fashionblogger #FashionFest #mode #macherie #luxury #luxurylifestyle #lux #macherie #beautiful #cute #instagood #instamood #like4like #love #amor #me #photooftheday #picoftheday #tbt #Fashion #fashionblogger #fashionista119
- Grande Loja de Santa Catarina Brasil recebe novo Obreiro na ARLS São Miguel da Terra Firme, n.110In ATUALIDADE·27 de outubro de 2019Parabéns ao V:.M:., Ir:. José Newton Monitor da Silva e a todos IIr:. que desempenharam funções, fazendo com que tivéssemos uma excelente Sessão Magna de Iniciação na bela recepção ao novo Ir:. Wagner. Mais uma Sessão Magna de Iniciação para ficar registrada na história da Loja São Miguel da Terra Firme, 110 e da Grande Loja de Santa Catarina, realizada nesta 6a feira (25/10/2019), no município de Biguaçu, quando foi iniciado o novo Ir:. Wagner Rogério dos Santos, com a presença de 30 IIr:. visitantes, sendo representantes da Grande Administração e Comissões da GLSC, representantes de 13 Lojas da GLSC e 2 representantes de Loja do GOB/SC. Estavam presentes o V:.M:., Ir:. José Carlos Vieira Dalponte da Loja Fraternidade Josefense, 30, o V:.M:., Ir:. Elias Antônio Thomas, da Loja União e Verdade, 53 e o V:.M:., Sérgio P. Reis da Loja Guardiões das Virtudes, 4198 - GOB/SC. O Delegado do Grão-Mestre Ir:. Rafael de Mello, do 5o Distrito, no ato representando o Ser:. G:.M:., Ir:. Flávio Rogério Pereira Graff. Da Grande Administração da GLSC. Estavam presentes o Ir:. Orlando de Oliveira Reis, Grande Secr:. de Relações Exteriores, o Ir:. Antônio Chraim, Grande Secr:. de Cultura, o Ir :. Mauro Malgueiro, Grande Mestre de Harmonia da GLSC. Das Grandes Comissões e Patrimônio da GLSC estavam presentes o Ir:. Elias Antônio Thomas, o Ir:. Floriano José Martins, o Ir:. Mauro Celestino Costa, o Ir:. Arabutan Rabelo Ávila, o Ir:. Júlio César Kutne e o Ir:. Edison Manoel Pereira. Representantes das Lojas 14 de Julho, 03; Pitágoras, 15; Duque de Caxias, 21, Fraternidade Josefense, 30; Ary Batalha, 31; Gênesis, 47; União e Verdade, 53; Universo II, 57; Voluntas, 75; Pedreiros da Liberdade, 79; Liberdade e Harmonia, 81; Anhatomirim, 94; Ilha do Desterro, 119 e Guardiões das Virtudes, 4198 - GOB/SC.11190
- FrontispiceIn HISTÓRIA·22 de maio de 2020Frontispice de la 4e partie du traité sur les cinq ordres d'architecture (le corinthien) de Wendel Dietterlin (1551-1599), édition de 1598 à Nuremberg. Une expression maniériste et allemande de la tradition vitruvienne, ouvrant la porte à celle d'un Vredeman de Vries. Mercure est armé du maillet bol et du ciseau, tandis que Minerve manie le compas et les pinceaux. On remarquera en bas le bel emblème accompagnant le monogramme de Wendel Dietterlin : un serpent formant un pseudo oroboros (il ne se mord pas la queue), un sablier dont naît une tige portant une rose. @ Jean-Michel Mathonière (Text et #Frontispice)117
- A Grande Loja de Santa Catarina prestigia os 92 anos da Grande Loja Maçônica do Estado da Bahia.In HISTÓRIA·27 de junho de 2019https://site.mrglsc.org.br/grande-loja-de-santa-catarina-prestigia-os-92-anos-da-grande-loja-do-estado-da-bahia/1121
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